Uma urgência inadiável: A tecnologia aplicada à Gestão Pública no mundo pós pandemia

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O ano de 2020 trouxe consigo um cenário diferente do habitual. Em virtude da disseminação da Covid-19, houve uma aceleração de algo inevitável, o uso da tecnologia integrado ao cotidiano das pessoas. Essa tendência é facilmente vista no nosso dia a dia, as idas ao cinema foram substituídas pelos serviços de streaming,  visitas à restaurantes deram lugar aos aplicativos de delivery, os ambientes de trabalho ficaram mais vazios com a adoção do home office, e como não poderia deixar de ser, esses e outros costume afetaram não só o modo de viver, como também o modo de pensar das pessoas, que hoje em dia passam mais tempo em casa e esperam que produtos e serviços venham até eles.


A História já nos provou por diversas vezes que os seres humanos possuem uma incrível capacidade de auto adaptação, o coronavírus confirmou essa capacidade mais uma vez ao provocar profundas mudanças no nosso estilo de vida, uma delas se refere à digitalização da vida.


Esse comportamento vinha se tornando habitual até mesmo antes da pandemia em países como os Estados Unidos da América, vemos como reflexo disto o que vêm acontecendo com os shoppings do país Ianque. Acontece que, a vinda de serviços eficazes de home delivery, como os oferecidos pela Amazon, causaram uma mudança de comportamento nos consumidores norte americanos, estes, com o passar do tempo foram abandonando as habituais visitas aos shopping centers, visto que, era mais cômodo fazer compras diretamente de casa e receber em um ou dois dias, ou até no mesmo dia dependendo da cidade, essa mudança comportamental teve como consequência o fechamento de diversos shopping centers por todo o país.


A crise ocasionada pelo Covid-19 acelerou a adaptação dos cidadãos brasileiros à esse novo estilo de vida, e como não poderia deixar de ser, essa mudança atingirá o setor público, seja pela cobrança dos cidadãos, exigindo maior comodidade, menor burocracia e mais celeridade na utilização dos serviços públicos, ou, pela exigência dos próprios servidores públicos, clamando pela adoção de sistemas mais intuitivos, ou novos softwares que facilitem seu trabalho diário e poupem seu tempo.


 A consequência disto é a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas, afinal, a tecnologia existe não para substituir o ser humano, mas sim, para auxiliar a todos. Afinal, softwares como o Public, GFrotas, ou e-Vacina, além de facilitarem a vida dos gestores e pouparem seu tempo, também economizam a emissão de papéis em um mundo ameaçado pelo aquecimento global.


Esses e outros benefícios, somados à mudança comportamental provocada pela crise do coronavírus, prenunciam a ascensão das smart cities,  conceito que habita o imaginário popular há muito tempo, como por exemplo na Feira Mundial de Nova Iorque, ocorrida em 1939, que já idealizava como seriam as cidades do futuro, e o futuro é agora.